Ah, e aí no final do ano eu fico pensando nisso tudo que rolou… tipo, olhando pra trás, tem umas coisas que saíram boas, outras que deram uma escorregada, e no fim das contas, sempre sobra uma lição ou outra pra levar pro próximo round. Aqui no Brasil, a vida vem e vai em maré alta e baixa, mas olha, eu sempre acho algo que me muda um pouco. Esse ano foi daqueles cheios de perrengues que acabam te fazendo ver as coisas mais nítidas, sabe? Até as partes ruins, com aquela negatividade pesando, viram tipo combustível pra seguir em frente… nem sempre é fácil admitir.
A Descoberta de Viver do Meu Jeito
Eu percebi isso mais ou menos no começo do ano, que pra ser feliz de verdade, tem que ser do meu jeito mesmo, sem forçar a barra. As pessoas ao redor escolhem um caminho, eu outro, e tá tudo bem ser diferente – não é só ser único no básico, é tipo… eu simplesmente não engulo o que não me desce. Não é birra, é que eu sei o que quero e o resto que se dane, se não atrai, não entra. O mundo lá fora fica gritando com um monte de barulho que não me pega mais, eu valorizo o meu canto. Tipo, emprego das 9 às 5 num escritório? Isso me mataria por dentro, então nem penso nisso. Trabalho pra mim é uma prisão moderna, correndo atrás de grana só porque todo mundo faz, mas eu? Eu sou artista e escritor, e jogo tudo nisso – dedico horas, dias inteiros. Aqui no Brasil, com o mercado balançando pra todo lado, freelance e eventos culturais abrem portas pros criativos, e hábitos pra construir autoconfiança ajudam a lidar com isso tudo, como falam os psicólogos em aqui. Lembro de um evento em São Paulo uns meses atrás, daqueles que te deixam inspirado, mas nem sempre rola grana… vai entender.
No fim, todo mundo tem que ralar pra ganhar o pão, mas eu escolhi o caminho que dói menos pra mim mesmo. Como artista e escritor, o dinheiro é curto – tipo, uns 30% do que eu via em outros jobs –, mas ao deitar a cabeça no travesseiro, eu sei que não tô desperdiçando o dia odiando tudo. Amanhã eu acordo mais velho, mas fiel ao que eu sou, e vou continuar assim… pelo menos é o plano. Com pouco, ainda dá pra criar e se jogar em coisas que animam, não é rodar a Europa de moto não, mas feiras de quadrinhos independentes ou a CCXP aqui no Brasil recarregam a bateria – sou fã de terror e cultura pop, sabe, aqueles painéis com autores que te fazem querer rabiscar o dia todo. A teoria da autodeterminação, de caras como Edward Deci e Richard Ryan, explica isso bem: motivação que vem de dentro, do que a gente ama, é o que segura o bem-estar. A American Psychological Association bate nessa tecla, e no nosso contexto, com estresse no trabalho pra caramba segundo o IBGE, faz todo sentido.
Escolhendo o Sofrimento Mais Leve
Enfrentando as Mudanças no Criativo
Escrever, que era puro prazer antes, agora… ah, perdeu um pouco do encanto, porque o público às vezes só critica e ignora o que eu quis dizer na história. Depois de um monte de comentários ruins, ameaças, insultos – cara, cansa. Pra quem lê só pra atacar, um dia não vai sobrar escritor bom, porque ninguém aguenta esse ninho de cobras. Eu escrevo pra contar histórias e distrair, mas não preciso mais me prender a publicações chiques se o final é sempre um não. Sigo o que Shakespeare disse: sê fiel a ti mesmo. Resiliência mental vira isso em lição, como em aqui. Todo dia eu pinto algo, sem falta – a arte deixa o mundo melhor, mas é uma droga que no Brasil artistas ganhem pouco, mercado cultural agitado mas desigual… tipo, vi um estudo recente sobre isso, mas não lembro os números exatos. Essa é a minha pegada, mesmo assim.
O Propósito como Fonte de Felicidade
Todo mundo tagarela sobre achar o propósito na vida, e eu acho que peguei o meu – é isso que me faz feliz de verdade. Pouca gente nomeia o dela, mas se sabe, por que esconder pra ralar em algo que odeia só pela grana? A vida é curta, se acha sua natureza real, agarra e faz o melhor, né? Eu podia tá num emprego que me faz odiar cada minuto, pagando contas mas sofrendo ano após ano. Gosto de dinheiro sim, como todo mundo, mas do meu jeito ou nada. Não serei escravo de patrão nenhum. Se pobreza é dor, eu escolho a minha, não a de um trampo que me joga no buraco. Tudo que eu quero é arte – e graças a Deus, rola. Por que outra coisa? Se tu soubesse teu propósito e te incentivassem a seguir pra sempre, tu resistiria? Por quê, por causa dessa coleira de escravidão que exige desperdiçar os anos bons sendo falso? A grana vale esquecer quem és? Estudos de psicologia positiva, tipo os de Martin Seligman, mostram que crescer vem da autenticidade e se jogar no que importa. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia avisa que alinhar carreira com valores evita burnout, especialmente pros criativos… comum demais por aqui.
Se eu fosse embora amanhã, partiria fazendo o que amo – sem férias chiques na França ou moto top, mas rico em ser verdadeiro. Dinheiro foi pouco, mas autenticidade? Milionário. Fala o que quiser, anda como bem entender. Agora, vive de verdade. Seja tu mesmo, que se dane o resto. No dia a dia brasileiro, com pressão econômica e tal, abraçar isso pode ser tipo uma revolução… experimenta priorizar o que te anima, um hobby ou mudança de carreira. Saúde mental melhora, prazer vale mais que salário alto. Pra ir mais fundo, vê isso sobre confiança. E aí, será que vai mudar algo pro próximo ano… não sei.







