Ah, sabe aquela vez que a Ashley postou um vídeo no TikTok ou sei lá onde, sobre ir no restaurante e pedir só sopa com salada… tipo, ela tava lá tranquila, querendo algo leve porque o dia tava corrido, e o garçom solta: “isso aí é pra você mesmo? Vai conseguir comer tudo?”. Constrangedor pra caramba, né? Eu vi isso viralizando uns dias atrás, e fiquei pensando como isso acontece o tempo todo aqui no Brasil, com essa mania de encher o prato em tudo que é lugar.
O Que Rolou com Essa Mulher?
No vídeo, ela explica que pediu os dois pratos leves, daqueles que você acha em qualquer bistrô ou self-service por aí – nada de mais, sopa e salada são comuns, certo? Mas o cara questionou, talvez achando que era pouco, ou sei lá, por hábito de ver gente pedindo porções gigantes. Aqui no Brasil, com rodízio de pizza ou churrasco todo final de semana, pedir pouco parece esquisito pros outros. Ela até disse que o atendente foi legal, mas mesmo assim, azedou o clima. Ah, e tem um monte de gente nos comentários contando parecido: tipo, um amigo zoando porque você não quer o segundo quilo de carne, ou a família no almoço de domingo forçando mais feijoada. Não é raro, e isso leva direto pra essa parada de vergonha com comida… food shaming, como chamam em inglês, mas aqui a gente entende bem o que é.
Eu lembro de uma vez no Rio, num lanche rápido, pedi só um suco com torrada porque tava de dieta maluca, e a atendente olhou torto, tipo “só isso?”. Faz você se sentir julgado sem motivo. E no Brasil, com mais de uns 20% da galera adulta acima do peso – dados do IBGE, se não me engano -, falar de comida vira polêmica, mas tem que ser com jeitinho, como o Conselho Federal de Psicologia sempre alerta, pra não piorar as coisas na cabeça da pessoa.
Comentários que Parecem Bobagem mas Machucam
Esses comentários inocentes acabam ferindo, sabe? Tem gente que recusa servir mais de um prato porque acha “exagero”, ou ri de quem escolhe vegetariano numa churrascaria lotada. No vídeo da Ashley, rolaram histórias assim nos replies, mostrando que a sociedade espera que você coma “normal”, ignorando se você tá de regime, ou só com fome de salada mesmo. Aqui em São Paulo, numa padaria qualquer, escolher salada em vez de pastel atrai olhares – e olha que pastel é rei por essas bandas. Acho que isso vem de família, tipo crescer ouvindo “come tudo” ou “não come isso que engorda”, varia por geração… não sei direito.
O Que é Essa tal de Vergonha Alimental?
Vergonha alimentar é quando te criticam pelo que você come, pela quantidade ou pelo tipo – tipo, “isso tem muitas calorias” ou “por que tão pouco?”, ou até zoando doce porque você “não merece”. Segundo a Cleveland Clinic, pode ser olhares pro seu prato ou piadinhas sobre dieta. No Brasil, imagina num boteco do Rio, todo mundo com pão de queijo na mão, e você com uma saladinha… vira suspeito na hora. Psicólogos dizem que isso bagunça a autoimagem, cria ansiedade com comida, e piora com as redes sociais mostrando dietas loucas de influencers. A gente é o país mais ansioso do mundo, pela OMS, e uns 19 milhões lidam com isso, muita coisa ligada a corpo e tal. A psicóloga Ninoska Peterson fala que vem de cultura e família, padrões que a gente carrega sem notar… tipo, minha mãe sempre enchia meu prato quando era moleque, nem questionava.
Eu adicionei aqui um exemplo meu: uma vez no Nordeste, num restaurante de praia, pedi só peixe grelhado sem arroz, e o garçom insistiu em mais, achando que eu tava passando mal ou algo assim. Riu até, mas me deixou mal. Esses julgamentos não são neutros, impactam feio.
Por Que a Galera Faz Isso?
As pessoas projetam as próprias inseguranças, acho. Quem tá sempre de dieta vê no outro um reflexo, e solta o verbo. Aqui no Brasil, a gente valoriza corpo curvilíneo mas a TV empurra magreza, cria confusão total – estudos mostram que vem de família ou mídia mesmo. Em restaurante, o atendente pode comentar por costume, pensando em gorjeta maior com mais comida… mas é falta de ética, né? Profissional bom foca no serviço, não opina sobre o que você come. Tem relatos de outros garçons dizendo que nunca fazem isso com desconhecidos, faz sentido. Pra lidar com julgamentos sociais, talvez ler sobre hábitos pra autoconfiança, tipo uns 4 ou 5 passos científicos, ajuda a se blindar… não testei todos, mas parece bom.
Os Efeitos na Cabeça Dessa Vergonha
Esses comentários geram estresse o tempo todo, baixa a autoestima pra valer. Pesquisas falam que food shaming leva a problemas como bulimia ou comer de menos demais. No Brasil, jovens tão sofrendo mais com transtornos alimentares, o Ministério da Saúde avisa que fatores sociais disparam isso. Psicologicamente, ativa o modo “luta ou fuga”, sobe o cortisol, bagunça o humor – uma refeição simples vira ansiedade pura. Com nossas festas como carnaval ou Natal, cheias de comida, ignorar isso é chave pro bem-estar… mas nem sempre rola. Em namoro ou amizade, um parceiro comentando o que você come erode a confiança, sabe? Pra melhorar comunicação, dá uma olhada em segredos pra laços fortes, evita críticas bobas no dia a dia.
Tipo, no meu círculo, tem uma amiga que parou de sair pra comer por causa de comentários da família – triste, né? Uns 80% das vezes ela se sente pressionada, ela diz.
Como Dar um Jeito no Dia a Dia
Reconheça que é escolha sua, ué. Se alguém comenta, responde tranquilo: “É, hoje tô nessa vibe”. No restaurante, o garçom é pro, dá um feedback suave pra educar. Pra você mesmo, tenta mindfulness comendo, foca no gostinho sem culpa… terapeutas sugerem escrever num diário sobre emoções com comida. Aqui no Brasil, com SUS e apps de psicólogo crescendo, é mais fácil buscar ajuda. Evita dietas radicais por julgamento alheio, vai de nutrição equilibrada como a ANVISA recomenda. Em roda de amigos, elogia as escolhas diferentes em vez de questionar – constrói vibe boa, reduz estigma. Pra mães ou família, fala de hábitos sem forçar, inspirado em estratégias pra motivação em rotinas… tipo, uns truques científicos pra equilibrar tudo.
Eu não sei se isso resolve 100%, mas talvez ajude um pouco… no fim, comer é pessoal, né? Mas e se o comentário vier de quem você ama, aí complica mais.







