Sentido de Entitlement no Trabalho: Aniversário Não Justifica Gorjeta Extra

Teve um dia que eu pedi um lanche no iFood, tipo depois de uma reunião infinita, e o cara chega mandando msg: “Ei, hoje faz aniversário meu, tô sem grana pra comemorar, pode dar uma gorjetinha a mais uns 20 pila?”. Aquilo me deixou puto na hora, sabe? Circula muito isso em grupo de zap e reddit daqui do Brasil, e aí fica a dúvida: isso é normal ou é esse tal de entitlement que bagunça tudo nas relações de trabalho e tal.

Esses apps de entrega explodiram por aqui, milhões de motoboy na gig economy – uns dados do IBGE falam que cresceu tipo 150% na pandemia, nem lembro direito o ano exato. Gera um climão, né, porque o cliente fica desconfortável e o papo vira briga sobre limites profissionais. A psicologia entra nisso pra explicar o porquê… mas espera, vou voltar no básico depois.

O Que é Sentido de Entitlement?

Esse negócio de psychological entitlement, que uns pesquisadores tipo Campbell em 2004 inventaram o termo, é basicamente achar que você merece mais que todo mundo sem ter que ralar na mesma medida. Não é confiança normal, é tipo uma distorção onde as regras valem pros outros só. A APA tem estudos mostrando que quem tem isso superestima o próprio valor e explode com feedback ruim ou quando levam um não.

No Brasil isso piora nas entregas rápidas e anônimas, com trânsito maluco e tudo. Pra quem quer confiança de verdade, dá uma olhada nesses hábitos científicos contra insegurança – eu testei uns e ajudou um pouco, vai.

Por Que Pedir Gorjeta Extra por Aniversário é Inadequado?

Olha, no trampo tem que separar a vida pessoal do serviço, simples assim. O pagamento é pelo que você entrega, não porque é seu niver ou feriado. Plataformas como iFood e Rappi proíbem isso nas regras, pode dar ban até. Nas comunidades online todo mundo comenta: “mesmo se for verdade, não pressiona o cliente assim não”.

O Conselho Federal de Psicologia reforça na ética que expectativa pessoal não entra no contrato… em vez de mendigar, foca em entregar bem pra ganhar gorjeta natural. Eu já entreguei uma vez pra um amigo e ele disse que nota a diferença.

Entitlement vs. Resiliência Profissional

Entitlement só traz frustração eterna, enquanto resiliência vira desafio em aprendizado – tipo aceitar que gorjeta varia e ir atrás de melhora na plataforma, pedindo aumento ou sei lá. Uns links sobre resiliência mental são bons pra isso, mas nem sempre a gente aplica.

As Raízes Psicológicas do Sentido de Entitlement

Vem de criação muito mole, rede social bombando “você é especial merece tudo”, e pouca inteligência emocional… estudos ligam a narcisismo leve, com empatia zero e ego nas alturas, tipo em Personality and Individual Differences. Aqui no Brasil, ansiedade é epidemia pela OMS, e no gig work com chuva, engarrafamento, prazo apertado… explode tudo. Mas jogar culpa no cliente por problema pessoal é furada total.

Se quer produtividade sem essa vibe, vê esses hábitos destrutivos – tem uns que eu cortei e melhorei o dia a dia, uns 70% acho.

Como Lidar com Clientes ou Colegas com Entitlement?

Se tu é cliente, ignora ou reporta na app sem dó. Como trampo, bota limite firme, mira em resultado que dá pra medir. TCC ajuda a mudar o pensamento de “eu mereço de graça”: anota o que conquistou de verdade, faz lista de gratidão todo dia… tipo isso.

  1. Anota as entregas bem avaliadas pra negociar depois com a plataforma.
  2. Coloca empatia no jogo – cliente também tem dia ruim, trânsito pra todo mundo.
  3. Pega feedback que constrói ao invés de esperar recompensa automática, né.

Meta-análises de psicologia do trabalho validam isso pra satisfação que dura. No Brasil, com uns 19 milhões nessa de ansiedade no job pelo DataSUS, separar o normal do entitlement doentio é essencial… e aí? Gestão de ansiedade crônica pode rolar uma mão.

Construindo uma Cultura de Mérito no Trabalho

Apps como Uber Eats podiam dar bônus de niver, mas no fim é com o indivíduo priorizar o que rala versus circunstância. Harvard diz que cultura de mérito sobe engajamento uns 20-30%… celebrating niver com família ou promo ganho é o caminho. Desenvolve comunicação assertiva nesses habilidades de comunicação, mas pro trampo também serve.

Reflete aí no teu merecimento: impulsiona ou trava? Gratidão e ação transformam o comum em vitória… ou não, vai saber como vai acabar isso tudo no dia a dia dos entregadores.

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