Manipulação em Relacionamentos Online: A História de Traição e Justiça

Olha, anos depois dessa loucura toda com aquele cara que me perseguiu na internet… tipo, a poeira baixou faz tempo, as marcas sumiram um pouco, e agora dá pra olhar pra trás sem aquela raiva queimando por dentro. Riso sai do nada, sabe? Como se o universo tivesse dado uma piscadela maliciosa. Eu, que caí nessa armadilha sem nem saber se acreditava no sujeito, transformo essa memória ruim em algo… engraçado, quase uma comédia de erros na vida adulta. Nem tudo foi contado antes, mas agora flui diferente.

O Começo Bagunçado: Como Ele Entrou no Meu Rolê pela Net

Uns anos pra trás – acho que foi em 2019 ou 2020, nem lembro direito – o maluco começou curtindo tudo que eu jogava no Insta. Fotos velhas, posts esquecidos… stalkers são assim, né, fuçam cada pedacinho público e vão atrás de mais. Esse aí achou um gancho: curtia arte como ninguém, e eu vendo minhas criações. Virou comprador fiel, pedindo quadros, encomendas aos montes, e de repente tava no meu círculo. Daí pra frente, plantou as sementes da encrenca, mentiras e tal.

Ele armou pra fingir um amorzinho por mim só pra barganhar preços nas artes, mais baratos que o normal. Eu baixei a guarda, ego inflado com bajulações nonstop – elogios que vinham tipo chuva. Não era bonito o cara, então veio aquela pena boba… você sabe, a gente vê um solteirão sem graça e pensa “ah, deve ser gente boa, sem o pacote completo de charme”. Muita gente tropeça nisso, criando historinhas de herói salvador. Pra quem quer cavar mais nessas inseguranças que bagunçam tudo, dá uma olhada em sinais de insegurança crônica em homens. Eu me empolguei porque, quando falei que não queria nada físico, ele topou na hora: dizia que era overrated, fazia tempo que não rolava, preferia conexão da alma – igualzinho ao que eu buscava. Perfeito demais, né? Flertes leves, papos profundos, romance sem pressão… ideal na teoria. Mas e se era só preparo pro caos? Relacionamentos virtuais nascem cheios de promessas furadas assim. O Conselho Federal de Psicologia fala que manipulação emocional rói a autoestima devagarzinho, tipo veneno lento.

Bandera Vermelhas na Comunicação: O Que Eu Deixei Passar

Comunicação torta é sinal de alerta em qualquer parada romântica – pra ver padrões disfuncionais em casais, tem material bom. No meu caso, nunca nos vimos ao vivo; rolou um namorico fake por chat. Eu me convencia de que era sincero… ele pegava minhas obras por quase nada, mas eu achava que o volume compensava. Acordava com declarações de amor repetidas, contava da mãe velha que cuidava – setup que cheirava problema de longe.

Aí vieram as fotos pesadas, explícitas o dia inteiro: manhã, tarde… apesar de jurar que não queria intimidade, insistia em mostrar tesão. Eram nojentas, desconfortáveis, mas eu… não cortei por pena de novo. “Coitado, ninguém dá bola pra ele”, pensava. Erro clássico em relações tóxicas, ignorando limites. A OMS avisa que violência psicológica e sexual na web pega milhões de mulheres – e aqui no Brasil, assédio digital tá explodindo nos relatórios. Ele jurava fidelidade, verdade, planos futuros, mas nada encaixava. Eu sentia que era lorota. Comecei a gostar da distância… e do dinheiro das vendas. Pra diferenciar o real do emaranhado, cheque 4 sinais essenciais.

Virou rotina: ele posando de sensível nos comentários de fotos alheias no Insta e sites adultos, mas era misógino puro, daqueles que odeiam na cara dura. Pedia privacidade nas redes dele – não queria ninguém sabendo de mim… risos agora, mas era casado, descobri depois. Quando encarei, ele desconversou: “A gente conversa disso pessoalmente”. Imagina a esposa, hein? Vida dele: pornô nonstop, mãe doente, crise existencial com acne e cabelo bagunçado fingindo ser astro do rock. Desespero total, caçando atenção nos cantos errados. Aprendi na marra: homem que diz não querer sexo pode ser viciado em tela e caçando assédio geral. Matou qualquer vibe romântica com caras pra mim por um tempo… pra mais sobre comunicação não saudável que implode casais, vale ler.

O que começou leve virou inferno de mensagens sujas e zero conversa de verdade.

Quando a Máscara Caiu: O Lado Feio do Cara

Ele era caçador de mulheres na real, equilibrando várias ao mesmo tempo… a gente achava que era exclusiva. Karma rolou forte: uma delas, tipo anjo vingador, não engoliu e expôs o circo. Mensagens idênticas pra todas – cópias baratas de romance e monogamia. Amigos de infância souberam, esposa foi avisada e bum, divórcio rápido. Teve até segredo familiar sujo que ele tentou abafar com um carro… ela espalhou pra vítimas, cortamos ele fora.

Postagens nonstop sobre como ele tratava as minas, negava filhos, vício eterno. Mundo virou de cabeça pra baixo: ataques na net, rejeição total, teve que sumir da cidade sozinho. Eu levei umas três semanas pra processar – sortudo que não rolou encontro real. As outras, mais próximas, odiaram pra sempre. Essa anjo virou amiga minha, gente foda. Homens assim se safam por anos, mas a gente rebate. Não mexam com quem pode revidar. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem ferramentas pra denunciar assédio online, mostrando que dá pra buscar justiça.

O Que Sobrou Disso: Dicas Pra Não Cair de Novo

Essa bagunça toda me mostrou: fique de olho nos sinais logo de cara… online é cilada, e empatia demais tapa os olhos. Monte relações transparentes, sem jogo. Pra habilidades de comunicação em casais saudáveis, tem uns toques bons. No fim… proteja o que é seu, siga o instinto, e o resto vem, karma ou não. Mas e se não vier? A gente lida, né… você não tá sozinho nisso.

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