Essa tosadora de cachorro, coitada, tava voltando pro trampo depois de duas semanas lidando com o pai na UTI e enterro… aí a chefe manda mensagem tipo “olha, eu fui compreensiva mas se quer ser tosadora tem que vir todo dia”. Imagina o baque, né? Funeral fresco, luto rolando solto e isso. Postou no Reddit e virou bagunça, todo mundo falando de falta de empatia no serviço. Afeta a cabeça da gente, produtividade vai pro brejo…
A história que viralizou
Duas semanas fora, hospital pra lá e pra cá, rituais fúnebres… pediu um dia extra pra respirar, chefe topou mas logo emendou no zap: “Tô sendo compreensiva demais, rearranjar horário por causa das tuas faltas é osso. Pensa no cargo que te cabe melhor enquanto folga hoje. Todo mundo passa por perrengue mas tem que ralar todo dia. Desculpa o tom duro, negócio é negócio”.
Depois sugeriu papo cara a cara, mas ironizou que era foda porque a mina nunca tava no posto. Explodiu nas comunidades online, críticas pra caramba chamando de sem coração. Eu vi uns prints rodando, tipo… chocante mesmo, você acha que isso rola assim?
Não lembro o ano exato mas foi recente, talvez ano passado.
Reações da comunidade online
A galera saiu em defesa dela na maior parte: “Audácia falar ‘todo mundo passa por isso’, que nojo. Sinto pela perda tua”, disse um cara. Outro: “Meu pai se foi em 2018, demora pra cacete pra superar, prioriza tu. Tem trampo melhor por aí”.
Muitos falando pra caçar chefe com mais humano dentro, luto não tem data pra acabar… Aqui no Brasil, OMS fala que a gente é o mais ansioso do mundo, uns 9% com ansiedade braba… isso piora tudo, desencadeia depressão e tal OMS. Pressão assim é tiro no pé.
O que a legislação brasileira prevê para afastamento por luto?
Pela CLT, artigo 473, só dois dias pagos pro falecimento de pai ou mãe… Diferente de gringo que dá cinco dias ou mais. Empregador cobra volta rápida, mas dá pra esticar com atestado de saúde mental, não remunerado ou via psicólogo, tipo o CFP orienta CLT CFP.
Eu já vi uns casos por aqui no interior, tipo um amigo que perdeu a mãe e voltou no terceiro dia meio zumbi… não sei se mudou algo desde a pandemia.
Pro equilíbrio trampo-vida, olha esses hábitos aí equilíbrio trabalho-vida.
Psicologia do luto e impacto no trabalho
Luto não é reto, vai e vem… Kübler-Ross falou de negação, raiva, barganha, depressão, aceitação – mas hoje é mais bagunçado, individual pra cada um. Uns acham alívio no batente, distração boa, time ajuda com papo normal.
Mas forçar volta cedo… cérebro gasta energia pra caramba, foco some, erro pipoca. Lancet diz que perda traumática sobe risco mental em 20 ou 30%… DataSUS mostra mais afastamento por cabeça pós-pandemia, luto no meio The Lancet DataSUS. Aqui no Brasil isso explode, tipo minha tia que ficou meses fora depois do irmão…
Resiliência mental ajuda, vê aí resiliência.
Empatia dos líderes: o que os chefes podem fazer melhor
Chefe gente boa dá moleza: home temporário, carga leve, folga extra… Pergunta “como ajudo nessa fase?” e fideliza o cara. Ignorar luto gera rotatividade louca – IBGE fala 40% em setor por burnout. Estudos de liderança emocional mostram 2,5x mais engajamento se apoia na crise.
Ansiedade no trampo, diferencia aí ansiedade no Brasil. Eu gerencio time pequeno, sempre dou espaço nesses perrengues… mas nem sempre sai perfeito.
Dicas práticas para quem vive o luto no emprego
- Fala aberto: explica o rolo e pede ajuste simples, tipo meio período.
- Profissional: psicólogo SUS ou plano, processa melhor.
- Volta devagar… gradual se rolar.
- Rede: colega vira aliado no dia a dia.
- Fica de olho: depressão que arrasta pede ajuda urgente.
OPAS tem guideline pra isso OPAS, facilita transição. Energia mental, gerencia com hábito energia mental… sei lá se cobre tudo, mas ajuda uns 70% das vezes.
Reflexão para levar adiante
Trampo dá grana e rotina, mas luto precisa de tempo… Chefe humano retém gente boa, funcionário que se cuida volta forte. Empatia ganha pra todo lado – empresa, time… Se passou por isso, pedir prazo não é moleza, é esperteza emocional. Ambientes humanos em vez de relógio… será que muda aqui no Brasil tão cedo? Tipo, com essa ansiedade toda…







