Teve um jornalista gringo que virou exemplo clássico disso tudo… acordava tipo 4h15 da matina em Ohio, pegava avião toda semana pra Nova York no Wall Street Journal. Morava lá porque casa era baratinha, família perto – mas virou um caos de voos, hotéis e cansaço acumulado. Aqui no Brasil rola parecido, tipo gente de Brasília voando pra SP ou do Nordeste pegando busão noturno pro Rio, pagando aluguel baixo no interior mas gastando tudo em passagem. Nem sempre compensa, né…
O que é super commuting e por que está crescendo no Brasil?
Super commuting é aquela viagem maluca pro trampo, voo semanal ou horas no carro todo dia… Tá bombando por causa dos aluguéis nas capitais que explodiram. FipeZap mostra que em SP um apê de dois quartos passa dos 4.500 pila por mês, enquanto em Campinas ou Ribeirão Preto fica tipo uns 1.800 ou 2 mil – olha aí. A galera foge pro interior pra economizar, mas aí gasta no combustível ou avião… eu conheço um cara de Ribeirão que faz isso pra uma firma em SP, diz que no fim das contas sai quase no zero. E o trânsito? Esquece. Pós-pandemia as empresas mandaram voltar pro escritório (RTO), aí virou rotina pra muita gente brasileira. Uns moram longe porque é mais em conta, mas o estresse…
Exemplo daquele jornalista americano.
Os custos escondidos: mais que dinheiro, é saúde mental em risco
Não é só grana saindo pela culatra, o bagulho pega pesado na cabeça. O tal jornalista contava que ficava exausto, noites em claro por deadline apertado, dependendo de amigo pra dormir – e isso sem contar a família. Tem estudo aí que 99% das empresas que forçaram RTO viram a satisfação dos funcionários cair na hora, turnover subindo uns 20% fonte. Aqui no Brasil, que a OMS chama de país mais ansioso do mundo olha, piora tudo… CFP avisa que commute longo leva a burnout, exaustão que não passa, irritação solta eles mesmos. Durante a pandemia home office salvou, IBGE viu queda de 30% nos deslocamentos em 2020 – agora reverter isso é tipo escolher entre cara no aluguel ou zero sono. Pra equilíbrio trabalho-vida tem aqueles hábitos pra medir propósito diário clica aí, mas nem sempre adianta.
Por que as empresas insistem no RTO apesar dos problemas?
Elas falam em colaboração, cultura da firma… mas dados mostram que remoto funcionou anos, tipo no caso do jornalista sem problema nenhum na produção. Nas redes chamam de distópico isso de forçar presença em job que dá pra fazer de casa. No Brasil trânsito em SP e RJ rouba umas 2 horas por dia fácil, IBGE confirma lá. Economia tá ruim, inflação pós-pandemia, desemprego em 7,8% esse ano – quem vai arriscar negar? Poucos negociam híbrido. Gera ansiedade pra caramba, tem estratégias pra lidar com isso tipo essas. Eu acho que empresa esperta flexibiliza, mas…
Impactos psicológicos: do estresse ao colapso societal
Bagunça o cortisol todo dia acordando cedo, insônia vem, depressão assombra – o jornalista achava divertido no começo mas duvidava se aguentava. Burnout inicial que explode depois. Ministério da Saúde viu 25% mais afastamento por transtorno mental no trampo pós-2022. Pra ser produtivo de verdade prioriza energia na mente, não hora no escritório hábitos assim.
Sinais de alerta para você mesmo
Acorda morto mesmo dormindo bem… fica puto com a família depois da viagem, gasta extra em café correndo, criatividade no trabalho some.
Reconhece isso cedo, negocia algo.
Alternativas práticas: como escapar do super commute
Prova resultado e pede remoto, LinkedIn tá cheio de vaga híbrida agora. Aprende skill digital pra se virar em qualquer lugar. Elimina hábitos que matam produtividade esses aqui. O caso do jornalista virou meme contra as empresas rígidas, perdem gente boa. No Brasil 19 milhões com ansiedade (DataSUS), prioriza a cabeça… empresas flexíveis cortam turnover. Mas e aí, seu commute vale mesmo? Ou o corpo vai cobrar depois… sei lá se muda tudo.







