Essa mina Tanya, tipo, postou no TikTok uma ligação com o chefe dela que me deixou bolado… ele fala que ela tava quase MVP do mês, mas perdeu porque não tem uma marca forte o suficiente, sabe? E prêmio? Nada, zero real, só papo furado. No Brasil isso é comum demais, a gente rala até cair e acha que tá garantindo o pão de cada dia, mas é ilusão mesmo.
Aquela ligação que bagunçou tudo
Chamado pra call, ela já achando que ia levar bronca pesada. O cara solta: queria te avisar antes que pinte o anúncio oficial. Quase rolou pra você, mas o outro moleque ganhou por pouco. Esforço nota dez, tenta de novo no mês que vem pra quem sabe fisgar o troço. Troço qual? Sem grana extra, folga, nada… só um tapinha nas costas virtual. Eu fico pensando, caramba, tô aqui pra pegar salário e pronto, não pra virar escravo de elogio vazio. Essa parada viralizou porque é o dia a dia nosso: hora extra de graça, meta que ninguém alcança, promoção que some no ar. Equilibrar trampo e vida virou sobrevivência, né? Tipo, ontem mesmo vi um amigo largando emprego por isso.
Burnout tá em todo canto por aqui
OMS já botou burnout como síndrome oficial lá em 2019, estresse crônico do trampo. Aqui no Brasil, pesquisa do Ministério mostra uns milhões com problema mental, e o trabalho é o maior vilão… uns 30% a mais desde a pandemia, com home office misturando tudo, quarto vira escritório eterno. Por quê? Chefe promete MVP fake explorando medo de ficar na rua. Custo de vida explodindo – aluguel subiu tipo 20 ou 25%, mercado idem, gasolina nem se fala. A gente se mata por salário que mal tapa buraco. Especialistas dizem: sem recompensa, colapso na certa. Ansiedade pega 19 milhões, acho.
Fazendo o bare minimum: só o que paga
Paradoxo total, mas quem tá feliz no emprego é quem faz o mínimo e vaza pra vida real. Essa coach @tanyaucoaching no TikTok manda: os bare minimum pegam salário e curtem o resto, overachievers vivem infelizes pra caramba. Faz sentido com psicologia do trampo… limites salvam a cabeça. Aqui, 44 horas por semana e lei que não ajuda muito, quiet quitting é revolta silenciosa. Para de olhar email de madrugada, elimina isso agora.
Por que rola mesmo?
Preserva pilha pra vida toda, não só pro chefe…
Estresse cai porque sem meta maluca o corpo relaxa.
Produtividade sobe no essencial, rende melhor que queimar tudo.
Conselho de Psicologia fala que quem bota limite tem menos burnout, bem-estar geral melhora. Semana passada li um estudo gringo parecido, mas aqui é pior pelo contexto brasileiro.
Dicas pra botar em prática esse mínimo
Lista o que é pago e foca aí, resto só se rolar bônus gordo.
Pergunta antes: qual o ganho nisso pra mim?
Fora horário, celular no mudo – Whats do trampo não manda na folga, Brasil afora isso é lei mas ninguém respeita.
Adota hábito bom sem forçar, tipo esses produtivos, mas sem over. Histórias como da Tanya mostram mudança: galera cobrando salário justo, tempo livre… talvez.
Cultura de empresa mudando aos trancos
Líderes deviam dar grana real em vez de forçar hustle eterno. Empresas que fazem isso seguram gente boa, IBGE diz sobrecarga derruba performance uns 20%. Prioriza saúde: faz o pago, investe no resto… lição da Tanya é reconhecer quando exagera. Felicidade cresce? Vai ver sim, mas e o risco de demissão… foco sem queimar, quem sabe.







