Discriminação por Peso: Trauma Psicológico da Humilhação Pública

Duas mina neozelandesas foram tiradas do avião assim do nada, porque o apoio de braço não descia direito nas poltronas… imagina a cena, elas usam cadeira de rodas por causa de uns problema médico, voaram antes sem zica nenhuma, mas aí a comissária veio braba, falando que elas tavam atrapalhando a decolagem. Air New Zealand, né? Angel Harding e a amiga dela, chamaram pelo alto-falante pra todo mundo descer, só pra elas entenderem que eram o “problema”. Eu fico pensando, tipo, quanto dinheiro elas teriam que ter pra comprar quatro assentos? Impossível pra maioria da gente.

O Caso das Duas Mulheres Removidas de um Voo

Elas tavam lá sentadas, tentando apertar o braço da poltrona e doía pra caramba, a comissária no pé hostil, sugerindo mais assentos como se fosse fácil. Harding falou pra 1News que não acreditava no que rolava, chorando enquanto levavam elas pra fora, separadas dos outros. Uma amiga delas, Kathleen alguma coisa, viu tudo e desabou em lágrima também… as duas em pranto público, que horror. A companhia deu um voo novo uns dias depois, com desculpa, mas o estrago na alma já tava feito. Discriminação por corpo grande, elas acham, e a empresa chamou de “incômodo” só. Aqui no Brasil a gente vê isso em ônibus lotado, poltronas apertadas na LATAM ou GOL, relatos no Twitter o tempo todo, uns 40% das gente plus size passa raiva assim, acho.

Fiquei sabendo por aí.

Impactos Psicológicos da Discriminação por Peso

Isso bagunça o cérebro todo, libera cortisol aos montes – estresse puro -, pode virar ansiedade pesada ou depressão mesmo. Estudos mostram vergonha que não passa, autoestima no chão, a pessoa se isola… no caso dela, sentiu que não era “humana o suficiente”, tipo rejeição que dói como soco físico. Tem pesquisa da APA que compara isso com racismo ou machismo, ativa as mesmas áreas da dor no cérebro. No Brasil, IBGE diz que mais de 20 e tantos por cento dos adulto é obeso dados do IBGE de 2023, então imagina em avião ou metrô, piora tudo. Pra diferenciar ansiedade normal de doida, olha este artigo sobre ansiedade no Brasil

Vítimas internalizam e param de sair, medo de voar pra sempre talvez.

42% dos plus-size em viagem relatam olhares ruins ou funcionários grossos.

Por Que Isso Afeta Tão Profundamente a Mente?

Rejeição por corpo… é como dor física no cérebro, vi num estudo da American Psychological Association. No Brasil isso rola demais em espaço público, Ministério da Saúde fala de obesidade como risco mas o preconceito trava a ajuda Ministério da Saúde.

Discriminação por Peso no Contexto Brasileiro

Companhias aqui tipo GOL, assentos minusculos, fóruns cheios de história de passageiro gordo passando vergonha. Influencer gringa pediu assento extra de graça pros EUA, aqui o CFP quer acabar com isso em serviço público Conselho Federal de Psicologia (CFP), reconhece o baque mental. Pra ansiedade crônica disso, tem 9 estratégias para lidar com ataques ansiosos

Eu mesmo já vi uma conhecida evitando avião por causa disso, né?

Estratégias Psicológicas para Superar o Trauma

Primeiro, vê que o preconceito é deles, não teu – TCC ajuda a mudar esses pensamento negativo. Construir autoestima com mindfulness, uns hábito diário tipo afirmações (olha estes 5 hábitos científicos). Psicólogo especialista em body positive processa o trauma, grupo online conecta com outros. Advoga mudança, manda feedback pras aérea, petição por assento maior. Cuida do corpo sem pressão, exercício que dá prazer solta endorfina… mas e aí, será que muda?

Talvez não tudo de uma vez.

O Papel das Companhias Aéreas

Air New Zealand pediu desculpa e deu suporte, mas devia treinar gente contra discriminação, assento adaptável pra todos. ANAC aqui podia regular, dignidade pra quem paga passagem. Reflexão: todo mundo merece respeito independente do tamanho, né? Trauma não te define mas ignorar perpetua… investe em si, valida emoção, busca ajuda. Pra confiança no Brasil, contexto brasileiro e confiança, mas sei lá se resolve 100%.

Começa um passo… ou não, vai saber.

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