tipo, a Abby Hicks tava lá na University of Memphis, acabou de apresentar um trampo importante na faculdade, aí em vez de o professor falar do conteúdo… recebe um email dele comentando a saia curta dela, dizendo que isso ia causar fantasias na galera. Ela ficou passada, violada total, nojenta a mensagem, sabe? Nem sei como aguenta isso.
O Email que Saiu dos Trilhos
Abby tava esperando feedback da apresentação de honra, mas o cara de psicologia, uns 75 anos acho, foi pro lado da roupa. No email: ‘gostei que você se vestiu pra ocasião, mas essa saia curta pode distrair a audiência’… e aí ele manda ver que roupa que incentiva fantasias tira o foco do que você tá falando. Inapropriado pra caramba.
Isso aí é victim blaming puro, né? Culpa a vítima pelo que o outro sente, em vez de falar de controle próprio. Como nesses artigos sobre jogo da culpa em relações, destrói confiança, vira abuso mesmo… aqui no Brasil a gente vê isso em todo canto.
Não Foi um Caso Isolado
Abby contou que ele já fez isso com outras meninas. Uma de camiseta e jeans, ele falou da camisa justa destacando as curvas dela, ignorando o que ela disse. A roupa da Abby? Cardigã folgado, saia com meia-calça preta e botas – nem perna aparecendo, ela jurou.
Sem código de vestimenta pra apresentação, gratuito total. Isso bagunça a cabeça da gente, ansiedade, violação… estudos da American Psychological Association sobre assédio falam disso, afeta saúde mental feio.
Aqui em facul brasileira eu lembro de uma vez que rolou parecido, mas ninguém denunciou…
Impactos Psicológicos do Assédio Verbal
Esses comentários objetificam, dão nojo, isolamento, autoestima no chão. No meio acadêmico com poder desigual piora tudo. Pesquisas mostram mais ansiedade, transtornos… o Conselho Federal de Psicologia avisa pra dar suporte em violência de gênero nas escolas.
Abby se sentiu grossed out, violada… trauma clássico. Pra lidar, journaling ou terapia cognitivo-comportamental, tipo aquelas estratégias para ansiedade crônica – talvez funcione, não sei se testei.
A Denúncia e a Resposta Institucional
Em minutos ela mandou pro chefe do departamento. Ele respondeu na hora, grave o negócio, chamou o Title IX pros casos de gênero nos EUA. Apesar de ela ter tido treta ruim antes com ex lá, seguiu em frente.
No final, vídeo dela: professor não volta pro próximo semestre. Termina esse sob olho do chefe, ela e outra aluna vão online, provas por terceiro pra não dar retaliação. ‘Melhor possível’, ela disse… ufa.
Canais assim importam. Aqui, ouvidoria da uni e Disque 180, Ministério da Mulher orienta.
Victim Blaming: Um Problema Estrutural
Não é vacilo, é viés que protege o sistema, culpa ela pra não mexer no agressor. Psicólogos da OMS ligam a patriarcado, mulher responde por desejo homem.
Em trampo ou facul, clima tóxico. Como em comunicação não saudável, quebra confiança… vai ver é cultural, mas precisa parar.
Como Reconhecer e Combater
Reconhece quando falam de aparência no profissional… documenta screenshot, testemunha. Denuncia na ouvidoria, conselho. Apoio com psicólogo ou grupo.
IBGE em violência contra mulher diz que denunciar empodera, evita repeteco, quebra silêncio… uns 70% das casos não vão pra frente sem isso, acho.
Lições para Ambientes Acadêmicos Saudáveis
Caso Abby mostra: treino sobre assédio, limites pro professor – foca no conteúdo, não roupa. Instituição que age rápido ganha confiança.
Pra aluno, confiança pra denunciar confiança é chave. Resiliência ajuda no psicológico, mas raiz é o comportamento errado… erradica.
Não é só ela, global… ações como dela mudam. Respeito, profissionalismo, mérito acima de prejulgamento. Se passou por isso, voz vale, suporte tem… e aí, o que tu acha que rolaria aqui no Brasil se fosse igual?







