Como Se Defender Assertivamente: 3 Dicas para Ganhar Confiança

No meio dessa correria toda que a gente vive aqui no Brasil, tipo no engarrafamento de SP ou nas brigas leves no churrasco de família, às vezes é difícil se impor sem parecer mal-educado… sabe? Eu cresci achando que ser gente boa era só aguentar tudo calado, mas isso vai acumulando um estresse danado, insegurança que não acaba. Aí, graças a uns conselhos do advogado Jefferson Fisher, que eu vi num vídeo ou algo assim, dá pra aprender a ser mais firme sem bagunçar as relações. Vamos nessa, adaptando pro nosso jeito.

Como se defender: 3 jeitos que funcionam de verdade

Assertividade não é pra brigar com todo mundo não, é mais sobre soltar o que você sente e os seus limites de um jeito direto, mas respeitoso. Tem uns estudos da American Psychological Association aqui que falam que quem faz isso tem menos ansiedade, interações mais legais. No Brasil, o IBGE mostra que ansiedade pega milhões da gente, então isso muda tudo, né? Tipo, uns 20 milhões ou mais, não lembro exato.

1. Pega o timing certo pra abrir a boca

Primeira coisa que o Fisher diz é: nem tudo precisa de resposta na hora. Imagina uma colega no trampo zoando sua apresentação… se você rebate ali mesmo, vira treta desnecessária. Melhor esperar um papo a sós, ou se acalmar primeiro – aí você fala claro, sem impulsos.

Aqui na nossa cultura, a emoção explode rápido, então pausar ajuda muito. O Conselho Federal de Psicologia diz que isso controla as emoções, evita respostas na defensiva que só pioram. Pratica separando as bobagens das coisas sérias, tipo discriminação no job. Eu mesmo já passei por isso, uma vez num projeto, e esperei… deu certo, mas não sempre, vai saber.

A gente pula pra situações que mexem nos valores, como preconceito no trabalho, sem nem explicar direito por quê. E tem vez que é trivial, tipo uma piada boba, aí nem vale o esforço. Pra quem trava na hora de decidir, olha esse texto sobre autoconfiança, ajuda a destravar.

2. Para de pedir desculpa ou ficar na dúvida quando vai falar o que pensa

Muita gente aqui, principalmente as mulheres, começa com “desculpa, mas…” ou “acho que talvez…”. O Fisher avisa: isso anula o que você quer dizer, põe o outro em primeiro. Fala direto: “Isso me incomoda, para com isso”.

Liberta mesmo em negociação de salário ou briga em casa, onde a gente teme ser visto como metido. Uns dados da OMS mostram que guardar emoção sobe o estresse, e o Brasil é o mais ansioso do mundo – tipo, recorde mesmo. Sem desculpas, você se valoriza e o papo vira mais real. Eu tento isso no dia a dia, mas às vezes escorrego, né?

Em família, por exemplo, durante o almoço de domingo… muda o ar todo. Se comunicação em casal tá ruim, dá uma olhada nos sinais ruins, pra ver se é isso que tá rolando. Ah, e tem uma tangente: eu lembro de uma amiga que parou com isso e melhorou tudo no emprego, mas não sei os detalhes.

3. Diz não sem dar explicação

Dizer não é como um truque poderoso, mas a galera foge por medo de magoar. Fisher fala que justificar abre brecha pra barganha: “E se eu disser que…” – aí o outro rebate suas razões. Só fala: “Não, valeu, não rola pra mim”.
No nosso jeitinho brasileiro de favores e tal, parece grosso no começo, mas salva energia. Pensa em convite pra balada que você não curte, ou tarefa extra no serviço – um não protege seu tempo, a saúde mental. O SUS tem campanhas sobre isso, pra evitar queimar a largada, burnout e tal.

Eu uso isso em uns 70% das vezes, acho, mas nem sempre lembro. Pra hábitos que atrapalham, tipo sempre topar tudo, vê esses que ferram a produtividade. Às vezes, em vez de não, a gente enrola com “talvez depois”, e aí complica mais.

Construindo confiança pra se impor assim

Tudo isso precisa de uma base: confiança em si mesmo. O Fisher sugere ser bonzinho com você, como o NHS orienta – trata você como um brother. Se der errado uma vez, não se xinga, reflete e tenta de novo… simples, mas nem tanto.
Estudos da Kristin Neff mostram que auto-compaixão baixa a ansiedade bastante, uns 30% ou algo, não sei. Aqui no Brasil, com o tabu da saúde mental ainda forte, isso é o pontapé pra papos mais justos. Tenta diário de coisas boas, meditação rápida – eu faço uns 5 minutos, ajuda.

Pratica em coisa leve, tipo negar o garçom chato no restaurante (lembra daquela vez no boteco?). Com o tempo, vira hábito pra treta maior, como no namoro ou trampo. Pra inteligência emocional, olha como crescer confiança.
Não é pra virar outra pessoa, mas dar voz ao que você é. Escolhe bem quando falar, sem mimimi, e não sem força – constrói respeito por dentro e relações melhores. Começa devagar hoje, vai notar na paz da mente. Se tá difícil ainda, terapia cognitivo-comportamental rola fácil por aqui, talvez valha tentar… mas e aí, como você lida com isso no seu rolê?

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